InícioNotícia escrita porCarlos J. Pereira, Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS

Vendido o Novo Banco, Portugal descobre que dentro do banco bom ainda havia outro banco mau…

Está em curso, sem hesitações, uma estratégia silenciosa a favor do consumidor, em prol da energia mais barata.

Não quero ser desmancha-prazeres, mas estou intrigado com um erro informático tão bem orientado: sabia para onde ia, para o Panamá, e sabia de onde vinha, do BES.

Centeno reduziu a carga fiscal e devolveu rendimentos, apostou no crescimento e ganhou, fez dois orçamentos, nenhum retificativo, acertou nas previsões e, quando falhou, foi para serem revistas em alta.

A concertação social não é uma central de interesses partidários. É um instrumento respeitado, útil e indispensável para a construção de políticas compatíveis com o interesse social.

A geringonça passou a ser o ‘case study’ europeu. Um modelo de governação de esquerda que aporta estabilidade e traça um caminho alternativo, encaixando-se no discutível pacto de estabilidade.

Um certo governo deixou o Banif espalhar estilhaços até à execução orçamental; já a CGD teve de ser reestruturada e o Novo Banco está como estava, por resolver.

Para desatar o nó é preciso um plano que garanta que, quando o PIB crescer, as importações não disparam de tal forma que anulam o contributo das exportações e comprometem as contas externas.