InícioNotícia escrita porBruno Alves, Politólogo

O BCE está a criar de forma deliberada uma bolha no mercado dos títulos de dívida pública através da sua “política de compra de activos”.

Deputados dos parlamentos francês, italiano, luxemburguês e alemão defendem “um pacto” para “uma União federal” como forma de salvar a “Europa”. Será esse o caminho?

A única motivação do Presidente é o seu desejo de adoração pública. Por isso tudo faz para que os seus gestos agradem ao máximo número de pessoas.

O que não parece despertar a preocupação de ninguém é o futuro do país e aquilo que, se não for mudado, o tornará bem desconfortável para muitos portugueses.

Portugal não é o que é por causa da “incompetência” dos seus políticos: é o que é por estes serem muito competentes na manutenção de um Estado profundamente injusto.

Vivemos em 2016, e viveremos em 2017, no mundo de Putin: um mundo onde impera a força bruta, a manipulação e a corrupção. Não é, nem será, um sítio agradável para se viver.

Um “projeto” que visava garantir a sobrevivência da democracia no continente alimenta os vários populismos de sentido contrário consoante se está num país com orçamentos “à grega” ou “à alemã”.

Sócrates mostra ser alguém que nem sequer tem a noção de como nada do que diz bate certo, num comportamento que ultrapassa os limites do racional.