InícioNotícia escrita porBruno Alves, Jornalista

Ao escolher ficar exclusiva e permanentemente apoiado na bengala comunista-bloquista, Costa tornou o seu Governo ainda mais frágil e refém de interesses instalados do que o de Guterres já fora.

Qualquer alteração no periclitante equilíbrio político libanês poderá despoletar uma guerra civil, senão mesmo uma guerra em todo o Médio Oriente.

Os EUA, por exemplo, tornaram-se independentes não por ter sido a vontade do “nós, o Povo” supostamente autor da Declaração de Independência, mas porque a parte do povo que queria ser independente ganhou uma guerra civil à parte que não queria.

Portugal precisa de equilibrar as suas contas públicas, não por uma deliberação arbitrária de “Bruxelas”, mas porque só assim merecerá a confiança de quem lhe empresta dinheiro.

Partidos como o PSD e o PS, dependentes de dependentes do Estado, não têm condições de mudar o que quer que seja.

Para desgraça de todos nós, a “descentralização” que se preza e se pede é invariavelmente a descentralização de poder, nunca a de responsabilidade.

O Estado torna Portugal um paraíso fiscal para os ricos de outros países, e um pesadelo para todos os que tenham tido o infortúnio de cá vir ao mundo.

Remover uma estátua não é “apagar a História”, pela simples razão que uma estátua não é “a História”.