InícioNotícia escrita porAntónio Rodrigues, Advogado

Cabe à Comissão Europeia assumir a liderança do processo de reforma e concentração da discussão a nível europeu para encontrar novas soluções.

Estas eleições não são uma primeira volta de resultados nacionais. Têm espaço e legitimidade próprios que em cada mandato mais se justificam.

A responsabilidade política não é do Governo, a culpa é do passado. A falta de coordenação não é da proteção civil mas de políticas erróneas na gestão da floresta.

A geringonça demonstra que a argamassa que a une tem mais água que cimento, mais egoísmo que interesse nacional, mais taticismo que perspetiva estratégica.

A hipocrisia política é elevada ao cubo quando os parceiros do Governo criticam publicamente, mas viabilizam medidas num exercício de distanciamento de preparação das eleições autárquicas de outubro e das próximas eleições legislativas.

Os partidos devem demonstrar que são capazes de se regenerar. E essa responsabilidade deve caber às respetivas direções.

Para reinventar a democracia não basta ter sucesso nos resultados. É necessário, ainda e sempre, que os seus participantes acreditem que a sua vontade conta, e que os seus eleitos cumpram os seus compromissos.

Acima da espuma dos dias temos presente, aqui e agora, um conjunto de oportunidades para impor estratégias e investir no futuro.