InícioNotícia escrita porAntónio Bob Santos, Economista

Os dados de longo prazo existentes mostram que Portugal tem conseguido convergir com a média da União Europeia (UE) no que respeita aos principais indicadores de inovação (com exceção do período 2011-2015), posicionando o nosso país como moderadamente inovador na UE.

Importa olhar para os contextos nacionais e regionais aquando da definição e implementação de políticas de inovação. O que resulta bem na Alemanha pode não resultar bem por cá.

A importância dos investimentos da chamada “nova economia”, que são qualificados, reflete-se a nível económico e social e podem ter impacto significativo a longo-prazo.

Mais relevante do que acompanhar a evolução das moedas digitais, é analisar o potencial da tecnologia que está por detrás e que as suportam, o 'blockchain'.

O fim da neutralidade da Internet, além de promover cidadãos e empresas com diferentes privilégios no espaço digital, pode vir a significar um problema de distorção da concorrência no mercado, dado que prejudica essencialmente as empresas de menor dimensão e com menor capacidade orçamental.

Se há uns meses a possibilidade de Mário Centeno ser candidato a presidente do Eurogrupo era uma “piada” de 1 de abril para alguns, a sua eleição é hoje encarada como natural.

Portugal deve afirmar-se como país relevante e parceiro fundamental na resolução de problemas societais à escala global.

O grande desafio de eventos com projeção mundial, como é o Web Summit, é conseguir captar o máximo possível de retorno a médio e longo-prazo.

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