InícioNotícia escrita porAlexandra Almeida Ferreira, Consultora

Se tiver maioria absoluta, o PS governará sozinho mas Rio terá condições para afirmar a sua liderança. Se o PS precisar de coligar, o PSD volta a ser a primeira opção com Rui Rio.

No final, a questão é só uma, é de Lei, mas também de moral: se o papel dos órgãos sociais é assinar de cruz sem questionar, não estamos a ter despesas desnecessárias?

Do PS, se fosse o partido de centro que diz ser, esperávamos uma palavra para o investimento. Um plano agressivo de redução de dívida. Uma visão para o país.

O caso da “mulher adúltera” revoltou – e bem – a sociedade civil mas, essencialmente, porque a bandeira da violência contra as mulheres é mais colorida e fácil de agitar para glória de feministas exaltadas que dão má fama à causa dos direitos das mulheres.

Quando se trata de números, o povo perdoa. Quando se trata de vidas, a memória não é curta. E a insensibilidade paga-se caro.

O PSD dos valores sociais-democratas não falaria de ciganos. Falaria de todos os casos, étnicos ou não, em que há atribuição indevida de fundos do Estado e dos contribuintes.

É tempo dos partidos, sobretudo da direita, revisitarem valores e personalidades, e porem fim de uma vez por todas à depressão pós-parto das Legislativas.

Já chega deste desnorte. Há um eleitorado de direita à espera do regresso do PSD.

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