InícioNotícia escrita porAdelino Costa Matos, Presidente da ANJE

Portugal tem de pensar uma estratégia para criar, atrair e fixar potencial humano com interesse para investidores globais dos setores de valor acrescentado.

Vale a pena sublinhar o que já devia ser óbvio para todos: o sucesso das empresas está hoje intimamente ligado à sustentabilidade.

De acordo com as últimas previsões da OCDE, Portugal deve manter um crescimento económico superior a 2% até 2019.

É necessário um sistema de ensino mais ajustado à dinâmica própria da indústria, sobretudo no que se refere aos cursos profissionais para alargar as oportunidades de carreira dos jovens.

O primeiro problema a atacar é, a meu ver, a falta de escala de algumas PME de elevado potencial. Uma debilidade que pode ser minorada com parcerias empresariais.

Um evento tecnológico desta envergadura, com tão grande projeção mediática e sobretudo com oradores tão vibrantes reforça a cultura empreendedora em Portugal, designadamente entre as novas gerações.

Há hoje a perceção por parte dos investidores de que em Portugal se trabalha bem e de que estamos a viver uma alteração de paradigma económico.

A indústria do Norte tem agora novos fatores de competitividade, situa-se em cadeias de valor mais lucrativas, emprega capital humano mais qualificado e procura desenvolver produtos diferenciadores.