InícioNotícia escrita porAdelino Costa Matos, Presidente da ANJE

Sem uma mudança de paradigma no ensino europeu, para incutir nas novas gerações uma cultura empreendedora, dificilmente algo irá mudar.

As empresas têm de operar mudanças nos seus modelos de gestão. Há que saber potenciar as competências digitais das novas gerações, assim como a facilidade com que estas acompanham as tendências.

É possível, no longo prazo, tornar Portugal apenas dependente deste tipo de energias de menor impacto ambiental.

O país deve estabelecer como meta de médio prazo um peso da indústria no PIB de 20%, acompanhando o evoluir favorável das exportações.

A fileira moda deve apostar mais decisivamente no mercado do luxo, que está em forte crescimento devido ao consumo dos países emergentes e que, em Portugal, já vale quase 5% do PIB.

A sociedade portuguesa deve desdramatizar o fracasso nos negócios, passar a assumir o erro de forma descomplexada e deixar de estigmatizar quem falha.

Não podemos apostar numa área pensando só nos próximos três ou quatro anos, exigindo contrapartidas locais e industriais e, no próximo mandato governativo, matar o setor.

Portugal tem de pensar uma estratégia para criar, atrair e fixar potencial humano com interesse para investidores globais dos setores de valor acrescentado.

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