InícioNotícia escrita porAdelino Costa Matos, Presidente da ANJE

O primeiro problema a atacar é, a meu ver, a falta de escala de algumas PME de elevado potencial. Uma debilidade que pode ser minorada com parcerias empresariais.

Um evento tecnológico desta envergadura, com tão grande projeção mediática e sobretudo com oradores tão vibrantes reforça a cultura empreendedora em Portugal, designadamente entre as novas gerações.

Há hoje a perceção por parte dos investidores de que em Portugal se trabalha bem e de que estamos a viver uma alteração de paradigma económico.

A indústria do Norte tem agora novos fatores de competitividade, situa-se em cadeias de valor mais lucrativas, emprega capital humano mais qualificado e procura desenvolver produtos diferenciadores.

A evolução do ensino é determinante, a par da formação tecnológica, que deve ser transversal aos vários ciclos de ensino e áreas de estudo.

Mais do que investimentos infraestruturais e grandes obras públicas, Portugal necessita de formar capital humano para as empresas e de abrir a sua economia.

Portugal acabou com o ensino tecnológico e profissional, que é de elevada importância para o seu desenvolvimento. Este deve, contudo, ser uma aposta imediata.

Ao dinamizar a inovação e o empreendedorismo na fileira florestal está-se, desde logo, a carrear conhecimento científico, competências tecnológicas e criatividade para zonas menos desenvolvidas do país.