4º Fórum da Bolsa de Valores debate “Operadores de bolsa, intermediários financeiros e brokers”

“Operadores de bolsa, intermediários financeiros e brokers” é o tema do 4º fórum que a Bolsa de Valores de Cabo Verde (BVC) promove esta quarta-feira, 18, na Cidade da Praia.

Segundo o administrador executivo e presidente da comissão organizadora do evento, Isidoro Gomes, nesta edição propõe-se discutir com os operadores da bolsa enquanto intermediários financeiros temas relacionados com a actuação no mercado.

Assim, à semelhança dos eventos anteriores, o programa desse 4º fórum integra três subtemas, nomeadamente “a sofisticação do mercado financeiro e de capitais na era Digital” , que terá como orador o professor português João Duque e “a intermediação financeira em Cabo Verde: Riscos, desafios e oportunidades”, que será apresentado pelo PCA do BCN, Luís Vasconcelos Lopes.

“Home Broker como instrumento para negociação no mercado de capitais via internet” é terceiro subtema que será apresentado pela engenheira cabo-verdiana Arlinda Peixoto, PCA da ISONE.

O administrador da Bolsa, Isidoro Gomes, salientou que esse tema vai ao encontro do projecto da instituição, visando simplificar a vida dos investidores e dos operadores sendo que o objectivo último é o de aumentar a liquidez na Bolsa de Valores.

“Nesta edição, o foco prende-se com o caminho necessário para o aumento da liquidez no mercado bolsista e a forma de o percorrer. Acreditamos que para essa dinâmica, as partes interessadas, nomeadamente os Operadores de Bolsa e os Brokers desempenham um papel importante”, disse.

Neste sentido, indicou que é necessário que todos estejam alinhados e orientados para o efeito, trabalhando para a qualidade dos serviços prestados.

“Da mesma forma que qualquer aforrador, clientes dos bancos podem efectuar quase todas as operações via banca online, queremos que a mesma facilidade aconteça com aqueles que escolhem o mercado de Bolsa. Somos um país arquipelágico e com uma diáspora enorme. Se queremos crescer, então temos que apostar na inovação tecnológica, facilitando a intermediação e a própria inclusão financeira”, sustentou.

Ao longo do ano, vai ser realizado um total de 12 fóruns. A ideia é que os sucessivos temas resultem em elementos de estudo e recomendações para a elaboração do plano estratégico global do mercado de capitais cabo-verdiano, posicionando o arquipélago vanguarda enquanto praça financeira internacional.

“O Financiamento de economia, mercado de capitais , instrumentos de capitação de capitais”; “O tecnicismo Financeiro e a cultura geral da população. Literacia financeira. O papel dos meios de Comunicação Social” e “as necessidades financeiras das empresas” foram temas debatidos nos três fóruns já realizados.






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