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StartUp Opinião

Os jovens responsáveis pela gestão destas ‘empresas’, as associações de estudantes, merecem muito mais reconhecimento por parte da sociedade.

Nós, os jovens, não somos o futuro, somos o presente e temos um horizonte em vista.

'Don’t stop me now', uma das célebres músicas imortalizadas por Freddy Mercury já prenunciava, no longínquo ano de 1979, o caráter de rapidez e inevitabilidade da evolução tecnológica.

A atitude do trabalhador do século XXI face à tecnologia tem de mudar, isto é, não pode vê-la como um meio meramente hostil, mas sim com um meio de crescimento de competências e de autovalorização.

Um sistema não pode “analisar-se” sozinho, é necessário “sair” do mesmo para o observar, montar “sensores” ou pedir observação externa.

Estaremos nós preparados para tirar o melhor partido de um mundo cada vez mais desmaterializado e digital?

O coworking de cá – de Portugal e de todos os que nos visitam – ou de como estes espaços e as suas comunidades podem contribuir positivamente para o combate ao desemprego jovem.

O programa semente sabe a pouco, desejaríamos mais. Para se ter uma startup bem-sucedida, motivada para a internacionalização, 100 mil euros, verdade seja dita, dá para muito pouco.

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