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Opinião StartUp

A atitude do trabalhador do século XXI face à tecnologia tem de mudar, isto é, não pode vê-la como um meio meramente hostil, mas sim com um meio de crescimento de competências e de autovalorização.

Um sistema não pode “analisar-se” sozinho, é necessário “sair” do mesmo para o observar, montar “sensores” ou pedir observação externa.

Estaremos nós preparados para tirar o melhor partido de um mundo cada vez mais desmaterializado e digital?

O coworking de cá – de Portugal e de todos os que nos visitam – ou de como estes espaços e as suas comunidades podem contribuir positivamente para o combate ao desemprego jovem.

O programa semente sabe a pouco, desejaríamos mais. Para se ter uma startup bem-sucedida, motivada para a internacionalização, 100 mil euros, verdade seja dita, dá para muito pouco.

A liderança pode ser desenvolvida. Temos apenas de nos questionar: “tenho eu as competências certas para que as pessoas queiram ser lideradas por mim?”.

Apesar de ouvirmos dizer que, no médio e longo prazo, todos iremos dedicar-nos a trabalhos mais criativos, a verdade é que não se prevê uma transição fácil para este tipo de sociedade.

É expectável que as novas regras resolvam os problemas que hoje existem em matéria de transparência e utilização dos nossos dados? A resposta é claramente não.