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Sociedade Aberta

Não seria má ideia mudar as regras: em vez de demitir-se um ministro responsável por um dossiê mal gerido, era mais eficaz obrigá-lo a resolver o problema.

Muitas emoções se exploraram esta semana, de forma excessiva, cansativa. Uma fórmula que não faz mais do que desgastar as grandes marcas do jornalismo, sejam elas televisões, jornais ou pessoas.

Na primeira volta das eleições francesas houve uma centena de candidatos que não tiveram nenhum voto. Como foi possível? Nem eles próprios votaram em si?

Entre muitas outras razões que têm sido escrutinadas estes dias, falta ainda falar-se do problema de base que é estabelecer a ligação entre os fogos e o valor da propriedade rural, florestal e urbana.

Diminua-se o consumo de produtos importados, invista-se na produção de bens que concorram com os que importamos, continue-se a apostar nas exportações e as poupanças “aparecerão”.

Para alguém que acredite que os seres humanos devem ter direitos fundamentais salvaguardados, esse é o fim ao qual tudo o resto deve estar subjugado.

Os resultados saídos ontem apontam para o retomar do processo de convergência de Portugal com a UE em termos de inovação. O país subiu quatro lugares e ocupa agora o 14º na UE28.

O tempo dirá se Macron saberá encarnar a esperança nele depositada ou se, pelo contrário, se transformará em mais uma deceção para quem anseia voltar a ver estadistas, e não apenas governantes, ao leme da Europa.