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Há duas maçonarias: a dos princípios e a dos negócios. António Arnaut foi, para além do pai do Serviço Nacional de Saúde, um homem de princípios. Morreu há pouco e deixa um grande exemplo de vida, sempre norteada pela ética, pela deontologia, pela preocupação com os outros e a construção de um Estado mais justo.

Há pelo menos quatro reações consensuais sobre a investida chinesa para dominar a EDP. A primeira é que o preço é baixo. A segunda que não vai ser uma operação fácil, há muitos obstáculos. A terceira que a OPA era esperada, e até inevitável, dada a embrulhada político-jurídica na qual a empresa se encontra. Finalmente, tendo isso tudo em conta, que António Mexia enfrenta uma situação complicada.

Joana Marques Vidal, na PGR, tem trabalhado em prol de uma sociedade mais limpa, com menos corrupção, agora até no futebol. É do interesse da comunidade que continue no cargo. Assim ela também o queira.

Hoje, os valores da missão das Nações Unidas não deixaram de fazer sentido, muito pelo contrário. Mas, para acreditarmos de novo na instituição, esta não pode deixar-se paralisar pelas agendas dos seus membros.

Os recentes acontecimentos devem servir de exemplo e dar que pensar a todos aqueles que, com relevantes responsabilidades nos vários clubes, andam por aí a instigar o pior que a emoção do futebol consegue tirar de nós.

Num primeiro momento, o capitalismo é inovador, criador e democratizador de riqueza. Mas Marx não se enganou quanto ao “segundo momento”. Depois da disrupção criadora, as grandes empresas concentram-se em assegurar rendas.

A pergunta a fazer, quando vivemos num contexto de escassez de recursos financeiros, é se estaremos mesmo a empregar os recursos públicos nos projetos que mais beneficiam a nossa sociedade?

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