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O Orçamento do Estado para 2018 poderá constituir, caso tenha sucesso na sua aplicação, um caso de estudo a nível académico.

O setor de TMT em Portugal, mais concretamente na área das telecomunicações, tem apresentado, nos últimos anos, sinais de elevada maturidade, com previsões de crescimento longe de serem otimistas para os próximos anos, agravado por elevadas taxas de penetração já alcançadas e um elevado número de usuários com planos pré-pagos e baixos níveis de despesa discricionária.

A concertação de preços é uma prática incompatível com o mercado interno e proibida pelo Direito da União Europeia.

É preciso abordar a morte sem receios e planear a sucessão para os herdeiros.

O cenário macroeconómico do OE18 pressupõe uma clara desaceleração da actividade, um reconhecimento de que os valores positivos de 2017 não têm sustentabilidade, ainda que beneficiando de uma conjuntura externa excepcional.

A proposta de OE para 2018 dá novos passos na defesa, reposição e conquista de direitos. Mas longe ainda de responder à degradação das condições de vida provocada pela política de direita do governo PSD/CDS. E distante do que os problemas do País exigem.

O stock de dívida total continua a aumentar, o que num ambiente excepcional de conjuntura interna e externas não deixa de ser preocupante

OE de Orçamento Eleitoralista! A pouco mais de dois anos das próximas eleições legislativas, António Costa intensifica a prática do olhem para o que digo, não olhem para o que eu faço.