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A escala de suborno e da corrupção não revelou qualquer melhoria a nível global desde 2012, isto apesar de nunca ter havido tanta atividade regulamentar e de fiscalização desde então.

A criação de instrumentos que contribuam para traduzir o conhecimento gerado nas universidades em novos produtos, processos e tecnologia, é fundamental no percurso para Portugal se assumir uma referência em termos de inovação e competitividade. Mas o que tem sido feito nesta área?

O fim da liberdade de circulação de pessoas e trabalhadores vai ditar o aumento de dificuldades para as marcas britânicas que queiram recrutar jovens talentos e profissionais qualificados naturais de Estados-membros da UE.

Nas empresas familiares, a experiência tem demonstrado que o caminho vai no sentido de uma cada vez maior contratação de profissionais.

Está aí uma iniciativa de cidadãos que propõe ao Estado poupar 11 mil milhões de euros, até 2040, nas rendas a pagar às PPP rodoviárias. Boa ocasião para ver como os deputados se posicionam entre o interesse público e as necessidades privadas.

As empresas converteram-se em guardiões dos dados dos clientes e o RGDP considera que também é sua obrigação utilizarem esta informação no melhor interesse daqueles.

Urge aprendermos a relacionar-nos saudavelmente, sem “escudos” tecnológicos, mas sabendo tirar verdadeiro partido da evolução científica.

Há uma nova tendência a ganhar forma: o número de consumidores que opta por trocar a “propriedade definitiva” pelos “empréstimos oportunos” continua a crescer.

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