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O principal índice nacional soma 0,08%, para 5.548,94 pontos, impulsionado pelas valorizações do setor do retalho e da energia. O BCP avança 0,71% para 0,270 euros. O banco liderado por Nuno Amado está em alta, depois de o BBVA ter iniciado a cobertura das ações.

A entidade de supervisão liderada por Gabriela Figueiredo Dias destaca a conclusão de 20 processos de investigação em 2017, maioritariamente relacionados com abuso de informação privilegiada; averiguações preliminares por suspeita de manipulação do mercado; 9 processo de investigação em curso e quatro participações ao Ministério Público.

A CMVM diz que foram realizadas oito ações de supervisão aos auditores programadas e presenciais concluídas em 2017 e três por denúncia (algumas denúncias foram em 2016).

O IGCP colocou o montante máximo indicativo e voltou a pagar taxas em terreno negativo. Na dívida a três mesas a taxa foi de -0.399%, enquanto nas BT a 11 meses foi de -0,29%.

O principal índice português, PSI 20, acompanha as congéneres europeias e soma 0,20%, para 5.555,72 pontos, impulsionado pelo setor do retalho e BCP. "Notas de mercado referem que as ações dos Bancos Centrais podem limitar o impacto da Guerra Comercial movida por Donald Trump e que tem a China como expoente máximo de tensões com os EUA nesse sentido", destaca Ramiro Loureiro, 'Mtrader' do Millennium bcp.

A elétrica era atualmente a sexta cotada mais pequena de um total de 30 no Dow Jones, em termos de capitalização de mercado, e detinha o preço por ação mais baixo. Será substituída a 26 de junho pela farmacêutica Walgreens Boots Alliance.

Paulo Rodrigues da Silva diz esperar que entre este ano e o próximo haja novas ofertas públicas iniciais (IPO) na bolsa de Lisboa. A Sonae Retalho e as Sociedades de Investimento Mobiliário para o Fomento da Economia poderão ser as candidatas.

O principal índice português, PSI 20, recuou ligeiramente 0,45%, para 5.544,50 pontos, pressionado pelas desvalorizações da Corticeira Amorim e as papeleiras.

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