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Madeira Opinião

A União Europeia tem de voltar a ser sinónimo de esperança, não de dúvida ou de incerteza... É com este espírito que aguardamos os próximos desenvolvimentos deste processo, nomeadamente através da aprovação da Comunicação da Comissão sobre uma estratégia renovada da União Europeia para as Regiões Ultraperiféricas, a qual está prevista para o Colégio de Comissários agendado para o próximo dia 24 deste mês.

Decorrente desta última remodelação do Governo Regional, deseja-se que o novo titular da pasta das Finanças, Pedro Calado, tenha a lucidez para acabar com o status quo da austeridade que ainda se sente na economia regional e já lá vão quase 6 anos!

A TAP escuda-se nos ventos, para escamotear a sua política de liberalização das tarifas aéreas que tem penalizado sobretudo os madeirenses, mas também a afluência turística. Perante o exposto, é urgente que o Governo Regional atente a estas situações e envide prementemente as soluções necessárias, e devidas reivindicações ao Governo da República, sob pena de prejuízo da própria economia regional.

A importância económica da atividade turística e a natureza sociocultural do fenómeno turístico nas sociedades contemporâneas, onde o turismo se desenvolve a uma velocidade rápida, transformará este setor de atividade no maior vetor de desenvolvimento da região.

Cada Povo tem o Governo que merece. A expressão vem do Século XVII, da boca de um filósofo (e advogado) francês que dava pelo nome de Joseph-Marie Maistre (1753-1821).

Finalmente, chegamos ao cerne da questão: Como resolver este problema de fogo posto por pessoas suspeitas de fogos florestais? Como evitar as reincidências e os pirómanos? A Lei existe para ser aplicada nos casos provados em tribunal. A Justiça tem de funcionar, caso contrário, temos cada vez mais pessoas a “ brincar com o fogo”.

Sr. ministro das finanças, sr. primeiro-ministro, sejamos justos: o sol quando brilha é para todos, a Terra quando aquece todos sentem. Então, venha o degelo para todos!

Não tem nada a ver com o resultado das autárquicas a mudança profunda de que necessitamos, urgentemente, ao nível da governação. Tem a ver com a vida das pessoas cada vez mais pobres.