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Especial OPA à EDP

A proposta da CTG ainda não chegou a Bruxelas, mas o economista-chefe para a concorrência diz que, quando receber o dossier, irá analisar o impacto no controlo de mercado, preços e investimento.

A dinamarquesa explicou que "monitoriza ativamente o mercado" à procura de oportunidades de investimento, mas não tem neste momento planos concretos sobre a eólica portuguesa.

A proposta poderá acontecer na oferta de uma OPA concorrente à lançada pelos chineses da China Three Gorges ou numa oferta pelos ativos nos EUA.

A proposta da CTG ainda não chegou a Bruxelas mas Tommaso Vallentti, economista-chefe da Direção-Geral da Concorrência, diz ao Jornal Económico que quando receber o dossiê irá analisar o impacto no controlo de mercado, preços e investimento.

A administração da EDP lançou questões que, na sua óptica, precisam de ser clarificadas. Algumas delas estão na mira da CMVM.

A China Three Gorges (CTG) afirmou hoje que vai continuar a debater os detalhes da OPA sobre a EDP com esta empresa, depois de a elétrica portuguesa ter considerado que a oferta tem "mérito", mas o modelo de implementação "não é claro".

A China Three Gorges declara no projeto do prospeto da OPA à EDP a intenção de não reduzir o número de trabalhadores. Mas apesar do conselho de administração não prever um impacto relevante nos interesses dos trabalhadores da EDP, defende a clarificação das "reorganizações societárias" previstas "em geografias onde existe sobreposição".

Do lado da EDP, apesar de se considerar que o preço oferecido pela CTG é baixo, o conselho de administração executivo, liderado por António Mexia, "constata que há mérito nas intenções estratégicas" propostas pela sociedade chinesa.

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