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Radar Económico

O ritmo mais alto desde que Portugal saiu da recessão acontece ao mesmo tempo que a recuperação do emprego ganha força e que o investimento dá sinais vida. O que está está acontecer, afinal?

Como é habitual, as previsões de Primavera da Comissão Europeia, publicadas na semana passada, foram notícia sobretudo pelo que nos dizem acerca de Portugal.

O BCE cortou as compras de dívida portuguesa para o valor mais baixo de sempre, mas os juros das obrigações continuaram a cair. Esquizofrenia?

Não é comum, mas acontece: por vezes, os economistas estão mesmo de acordo uns com os outros. E mesmo que o tema em questão também seja bastante propício a este tipo de consenso, vale a pena assinalar o momento.

O relatório sobre a sustentabilidade da dívida pública põe em cima da mesa uma reestruturação ‘soft’, dependente do acordo dos credores, sem explicar como o conseguir. Não é fácil convencer ninguém a perder dinheiro a troco de nada.

A ideia de que o século XXI marca o início de um período negro para a economia depende do indicador utilizado. Quando se troca o PIB pela produtividade, a evolução torna-se muito menos bizarra do que parecia à primeira vista.

As economias desenvolvidas estão há quase uma década presas num mundo de juros baixos.

Em ‘O Capital’, escrito no século XIX, Karl Marx antecipou um futuro conturbado para as sociedades industrais da época.

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