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Radar Económico

Os números galopantes da dívida levam-nos a ler com olhos mais céticos os dados macroeconómicos recentes. Será que andamos todos a viver uma ilusão?

Aqui vai um conselho de algibeira. Não tem o requinte e a sofisticação do que lê em 90% dos manuais de finanças pessoais, mas é provável que seja mais eficaz. Quer rentabilizar os seus investimentos e obter um retorno acima da média do mercado? É simples: torne-se rico.

Apesar de poucas pessoas terem dado por isso, as taxas de juro nos EUA estão a descer pelo menos desde os anos 80. A ‘normalização’ da política monetária não deverá inverter esta tendência secular: os juros vão subir… mas dificilmente vão atingir os valores do passado.

Em 2016, as cativações bateram um novo recorde. Surpresa? Não exactamente. Pelo menos desde o terceiro trimestre de 2016 que se sabia que a despesa ficaria bem abaixo do orçamentado. E a diferença é bem maior do que os 1.000 milhões cativados.

A cidade americana implementou uma subida abrupta do salário mínimo em 2015, para continuar. Mas de acordo com o estudo do grupo que acompanha a medida, o tiro parece ter saído pela culatra. Que implicações tem tudo isto para Portugal?

Portugal vai crescer mais do que a Zona Euro em 2017. Uma novidade? Não necessariamente. Desde 2014 que a convergência ao nível da actividade económica é uma realidade. Tudo depende do indicador que se usa.

Segundo os dados conhecidos, o saldo orçamental no primeiro trimestre do ano ficou em -2,1% do PIB. Isto é bom, mau ou assim-assim? À primeira vista, não parece um resultado famoso.

Ronaldo foi acusado de fraude fiscal. Messi também já teve problemas com a administração tributária, tal como Neymar, Di María e muitos outros. Afinal quão disseminada está a evasão fiscal?